Profilo di FFI JapanGrupo Ícone e Projeto Mo...FotoBlogGuestbook Strumenti Guida

Blog


Como me Levantar?

Como Me Levantar?

De uma forma ou de outra muitos caídos ficam prostrados e, até desanimados da fé…

A volta para a igreja fica ainda mais difícil por conta das vozes malígnas dizendo:

- O que vão falar ou pensar a seu respeito?

- Ninguém mais vai acreditar em você! Todo mundo vai ver você como um fracassado…

- É melhor você ler a Bíblia, orar e seguir Jesus em casa, livre dos olhares dos que o conhecem. E aí ninguém vai criticar ou olhar para você com desdém…

Essa é a posição mais almejada pelo mal. Porque quanto mais o cristão se isola da comunhão na igreja mais vulnerável fica aos seus ataques.

E começa assim: um dia lê a Bíblia, mas no outro, se esquece. Um dia ora com mais fervor. No outro com menos. E pouco a pouco, sem perceber ele vai substituindo a prática da fé por coisas “mais emocionantes”. E quando menos espera, sua chama está totalmente apagada. Virou carvão…

A título de exemplo, quando jovem me apaixonei por outra da própria igreja. Ela reunia condições espirituais para ser minha esposa. Fiquei noivo dela e chegamos a montar parte da casa.

Em tempo descobri que não era a vontade de Deus. Terminei o noivado. Em seguida tive de enfrentar as críticas dos pais dela, dos meus, de toda a igreja, incluindo bispos e pastores…

Senti na pele a vergonha dos olhares julgadores em cima de mim. Não foi fácil!…

Contudo, mantive minha freqüência firme na igreja, independentemente da vergonha. Afinal de contas era a minha salvação que estava em jogo.  Não podia vacilar com ela nem que a vaca tossisse!

Para conservá-la eu precisava manter-me junto ao braseiro (igreja). Provérbios 26.20

Mesmo corado por dentro e por fora!

Deus permite humilhações para não nos ver orgulhosos da própria fé.

 Se este é o seu caso, dê graças a Deus pela humilhação e vai em frente! Porque os humilhados, a seu tempo, serão exaltados. (Mateus 23.12)


http://www.bispomacedo.com.br/blog/  

 

Não há obstáculos

Levar as pessoas a um despertar da fé sobrenatural é o nosso ofício. Para tanto e, portanto, ela tem sido tema inesgotável em nossas pregações. Por esta razão, falaremos mais uma vez sobre ela. A fé a qual nos referimos é a que agrada a Deus e traz justiça para nós. Essa fé nos justifica e nos leva ao perdão divino.

Há muitos que neste momento acham-se pecadores demais e, por isso, indignos de merecerem ser ouvidos pelo Criador. Enquanto esse tipo de pensamento rondar a mente das pessoas, é óbvio que nada acontecerá.

Porém, quando a pessoa acredita na Palavra de Deus, que diz que se confessarmos nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar (1 João 1.9), ela discorre sobre seus pecados para o Senhor, e é imediatamente perdoada porque agiu a própria fé.

A partir do momento em que há confissão de pecados, há também exercício da fé sobre a Palavra de Deus e sobre Sua promessa. Assim, quando a pessoa cumpre a parte que lhe é devida, o Senhor Jesus cumpre a dEle. Isso faz com que haja uma renovação da consciência, que se torna limpa e purificada. É o próprio Espírito Santo que efetua esta limpeza e a testifica no coração da pessoa.

Essa é a fé que agrada a Deus e produz o milagre. É a fé que traz tudo aquilo que não existe à existência. É a fé que faz a pessoa conquistar a plenitude da vida abundante que nos foi prometida.

“É fácil assim?”, você pode perguntar. Eu lhes digo que sim, é fácil! As pessoas, as religiões e os teólogos são quem complicam. Afirmo que é fácil porque isso é apenas uma questão de colocar em prática aquilo que se crê.

Lembra do paralítico que foi levado à presença do Senhor Jesus? Como Jesus pôde ver a fé, já que é uma coisa abstrata? Porque a partir do momento em que eles (os quatro homens que levaram o paralítico, conforme está em Marcos 2.1-12) acreditaram que Jesus poderia curá-lo, não viram obstáculos.

Se você está passando por um momento difícil, uma atitude como essa pode mudar o rumo da sua vida. Deus não o chamou, meu amigo, para viver sem recursos e infeliz. Ele o chamou para ser Sua glória neste mundo, quer dizer, para que você venha, através de suas vitórias, a glorificá-Lo.

É isto que torna diferente a nossa vida, porque é pela fé que nós agradamos a Ele e vencemos o inferno, as dúvidas e o medo. É pela fé que nos tornamos invencíveis e inabaláveis. Foi pela fé que o apóstolo Paulo disse: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13). E se ele pôde, todos nós podemos.

Deus abençoe a todos.

 

http://www.bispomacedo.com.br/blog/

GRUPO ÍCONE E PROJETO MORIÁ - MPG CAPS - FOREVER FREEDOM INTERNATIONAL

ffi maos 
Prezados (as) :

Site da FFI Internet e os produtos significa negócios para você

Para manter-se competitivo, um empreendimento deve estar presente na Internet. Aqui apresentamos 3 bons motivos para você considerar o marketing online da Forever Freedom International:


Um novo canal de entrega.

Image3

O site da FFI internet fornece a possibilidade as pessoas físicas, estabelecimentos e empresas corporativas de estender seus negócios, suas economias, desenvolver mercados, gerar conveniência aos consumidores em mais de 234 países, e economizar em combustível ( 7%, 14%, 20%, 25%, 30% chegando em alguns casos 50%), aumento real em cavalos de força ( 15% à 20% de potência no motor ), mais durabilidade, mais vida útil e condicionamento para o seu motor, elimina entre 75% à 80% dos gases poluentes do motor, etc.

  Desenvolver a relação com os distribuidores ( Franqueados ) e clientes  da Forever Freedom International.

  Jovens+con+purity+ring

Além de alcançar um grande número de potenciais clientes, o site da FFI Internet permite os estabelecimentos, empresas venderem a qualquer consumidor individualmente. Hoje, servidores são capazes de capturar detalhes de uma visita de um consumidor à seu próprio site da FFI na Internet e usar essas informações para fornecer uma total assistência ou produto sob medida a cada visita subseqüente.

  Alcance Global

  globo%5B1%5D

O alcance do site da FFI Internet é global, tornando seu negócio conhecido mundialmente em mais de 234 paises.

Agora que você já se convenceu que temos um super sistema, produtos que são tendências mundiais e que muitos querem e precisam, assista o vídeo á baixo e seja um franqueado Forever Freedom International.

http://br.youtube.com/user/Grupoffi 

     Grupo Ícone e Projeto Moriá
Diretor Executivo Gold – FFI JAPAN e Grupo Ícone

http://www.projetomoria.myffi.biz


fogueirasta

 

Nόs acreditamos que a pessoa certa com o produto certo juntos,
podem fazer  uma diferença global.

We believe the right people
with the right product, together can make a global difference.

Office FFI Flórida

Escritório Forever Freedom International

 
Fundada em Novembro de 2005
Sede própria de mais de 2 mil metros quadrados localizada na Flórida, USA.
Fábricas para produção mundial localizadas na Flórida e na Califórnia.

MPG CAPS

Veja o por que muitas pessoas estão tendo suas vidas financeiramente transformadas em prosperidade!
 
Assista os vídeos nesses links:
 
 
 
 
Agora veja e navegue pelo site e faça parte da nossa equipe!
 
 
 caps  

 

Deixe que o marketing boca-a-boca torne a sua empresa o assunto do momento

Muito antes de o marketing e a promoção da marca se transformarem numa ciência, havia o poder do boca-a-boca. Saiba como aperfeiçoar esse conceito e pô-lo para trabalhar para a sua empresa.

Por Adriano Nojiri

Como empresário, você provavelmente se depara com inúmeras oportunidades de participar de seminários sobre temas relativos a como formar capacitação de liderança ou fazer relacionamentos como um profissional. Contudo, quando foi a última vez que ouviu falar de um curso sobre "Influência e Persuasão: A Arte de Manipulação da Mente"? Embora o título desse workshop empresarial possa ser desanimador para alguns, certamente ele desperta o interesse de outros. E é exatamente por isso que Adriano Julião Nojiri, diretor executivo do Grupo Ícone de Konan shi, Japão e idealizador do Projeto Moriá, decidiu usá-lo como título de um de seus seminários. Adriano utiliza estratégias inusitadas, de preferência controversas, para chamar a atenção e despertar a conversa entre clientes potenciais. "Eu creio de fato que vou alienar certos clientes", diz ele.

Uma das capacitações mais importantes que Adriano dominou é o poder do marketing boca-a-boca. O marketing boca-a-boca é essencialmente uma estratégia para inspirar as pessoas a falarem sobre seu negócio. Ele não precisa ser controverso, como prefere Adriano, mas de fato precisa ser singular ou interessante o suficiente para fazer com que as pessoas conversem. Saiba como fazer as pessoas conversarem sobre sua empresa ao incorporar técnicas de marketing boca-a-boca à sua estratégia de negócio.

Ache os seus conversadores

Antes de começar iniciativas para fazer as pessoas conversarem, é importante identificar as pessoas que terão maior probabilidade de falar sobre sua empresa, diz Andy Sernovitz, CEO fundador da Word of Mouth Marketing Association, de Chicago, e autor de Word of Mouth Marketing: How Smart Companies Get People Talking. Em alguns casos o número de pessoas que falam sobre um produto ou serviço sempre será maior que o número de pessoas que o utilizam. Por exemplo, há muito mais pessoas que falam sobre os carros da Ferrari do que as que realmente possuem um, diz Sernovitz.

Contudo, os seus conversadores muito provavelmente serão os clientes que você atende. Crie um perfil do tipo de pessoa que provavelmente falará aos outros sobre a sua empresa. Considere o que essa pessoa ganha da sua empresa e que tipo de oferta poderia inspirá-la a falar sobre a sua empresa.

Os indivíduos que estão mais fortemente envolvidos com o seu produto são grandes alvos e podem servir como propagadores para iniciar as campanhas de boca-a-boca. Esses indivíduos solicitam amostras grátis, camisetas grátis, visitam seu stand nas feiras, têm seus próprios blogs sobre tópicos correlatos ou específicos sobre o seu produto, usam seu formulário de resposta do seu website. Pode-se também encontrar os conversadores ao revisar grupos de notícias e blogs sobre o seu produto, setor e produtos correlatos.

Os conversadores são motivados por um desejo de ser reconhecidos, sentir-se especiais ou receber pequenas mordomias.

Dê aos seus conversadores uma meta

Uma vez identificado quem provavelmente falará sobre a sua empresa, então é hora de criar um motivo para que ele se anime, diz Sernovitz. Você pode criar excitação ao estimular os interesses das pessoas ou ao oferecer algo de valor considerável. A Promoção de Férias da Jones Soda Co., que oferece sabores como Casserole de brócolis, Patê de salmão defumado e Peru com molho, é um bom exemplo de como estimular as pessoas a conversarem, diz ele. E a mídia certamente notou quando a White Castle começou a oferecer reservas de jantar para o Dia dos Namorados. O segredo é oferecer algo singular o suficiente que diferencie o seu negócio dos outros. Sernovitz oferece os seguintes exemplos de como pequenas empresas podem dar uma meta aos seus conversadores: Ofereça uma venda dois-em-um; ofereça petiscos às pessoas enquanto estiverem na fila, dê cartões postais, chapéus ou uma escultura com sobras de papel alumínio.

Dê ferramentas aos seus conversadores

Uma vez identificados os seus conversadores e ter-lhes dado um bom assunto para conversa, é hora de ajudá-los a espalhar a notícia. Ferramentas como uma newsletter eletrônica, um blog ou um quadro eletrônico de avisos permite aos seus conversadores facilmente espalhar o que pensam sobre a sua empresa. Quando as pessoas escrevem e-mails ou cartas com elogios, é importante não apenas arquivá-los. Coloque quaisquer aprovações de seus clientes no seu website ou numa newsletter eletrônica se tiver um desses.

Dê aos seus conversadores uma meta

"O boca-a-boca se baseia muitíssimo na primeira impressão", diz Adriano. "Você tem apenas alguns segundos para fisgar as pessoas." O segredo, diz Adriano, é usar uma palavra curta ou frase chamativa que seja elucidativa o suficiente para que as pessoas entendam o que é que você oferece.

Algo simples como um nome ou título pode ajudar a chamar mais atenção. O título de Adriano se destina a diferenciá-la de seus concorrentes. Em vez de se referir a si mesmo com um coach de "negócio" ou de "comunicações", ele usa o termo "coach de carisma" para descrever sua profissão. Mesmo se a idéia de usar um "coach de carisma" possa não ser atraente para alguns, é suficientemente diferente para ficar gravado na cabeça das pessoas.

Agregue valor

Você pode executar perfeitamente tudo que foi dito acima, mas se não agregar valor aos seus clientes, o boca-a-boca não lhe dará os resultados desejados. Adriano agrega valor ao tentar fornecer uma abundância de ferramentas práticas que ajudarão os empresários no mundo real. Por exemplo, ele descreve formas específicas de usar linguagem corporal para se tornarem "relacionadores" carismáticos. E em vez de simplesmente dizer que um aperto de mão forte é importante, ele conta aos seus clientes qual a mecânica exata de um aperto de mão perfeito.

http://www.projetomoria.myffi.biz

 

Decisão

 Tome a decisão certa!
 
Elabore seu plano de marketing – Vetor Consultoria e Marketing

Atrair clientes exige muito mais do que um espaço físico; exige marketing. Na verdade, exige um marketing inteligente. Construa seu novo negócio com uma estratégia sólida para vendê-lo ao mundo à sua volta.
 

Elaborar o seu plano de negócio deve ser a primeira coisa a fazer quando decidir abrir sua própria empresa. O plano estabelece o alicerce para tudo que virá em seguida.

Contudo, é quase impossível limitar um plano de negócio a uma única definição, diz Adriano Nojiri. Os planos de negócio servem para muitas finalidades e são entregues a diferentes pessoas e entidades. Portanto, é natural que haja diferentes tipos de planos.

Quando as agências governamentais como a Administração de Pequenas Empresas dos EUA - ou na verdade qualquer associação ou corporação - disponibiliza dotações e empréstimos, um plano de negócio é uma ferramenta valiosa a ser fornecida aos emprestadores; ele mostra que você é organizado, responsável e que não vai desperdiçar os fundos.

Entretanto, você tem de elaborá-lo corretamente. E isso leva à questão: O que é exatamente um plano de negócio? Ou, em outras palavras, o que ele contém?

Em um nível básico, Adriano descreve um plano de negócio como "uma diretriz e um esboço planejado de metas que precisam ser executadas para obter sucesso. É um documento que permite às partes interessadas, quer interna ou externamente, visualizar a direção e processos de operação dessa empresa e seu futuro."

Isso é um pouco mais oficial do que o plano de negócio inicial, que Adriano diz ser intangível. "Os planos de negócios provêm da motivação e do processo intelectual do pensamento." O plano de negócio tangível vem depois que uma oportunidade realista de negócio se apresenta e tem respaldo.

Dito isso, o processo inicial de pensamento não conta como plano de negócio. Adriano diz que somente cerca de 30 % dos empresários elaboram planos de negócio realistas logo no início.

A maioria dos planos de negócio são elaborados somente porque os empresários são forçados a isso. Muitos empresários não elaboram um plano até precisar levantar ou emprestar dinheiro, o que não é uma decisão sábia, diz Diane Tarshis, presidente da Springboard Business Plans, LLC, sediada em Chicago.

O seu plano de negócio funciona como um mapa rodoviário ou uma "esquema operacional" para o seu negócio acrescenta Tarshis. Ela diz que um plano de negócio possui duas partes: uma seção narrativa e uma seção financeira. A narrativa explica qual é a premissa do negócio, ou seja, que produto ou serviço vai ser vendido. Ela responde muitas questões, das quais a mais importante é: Por que as pessoas pagarão por esse serviço ou produto?

Uma das armadilhas em que caem a maioria dos empresários, diz Adriano, é falar de generalidades. Ao buscar recursos adicionais de um emprestador ou investidor, as generalidades não funcionam. "Você deve descrever não só o produto/serviço que está vendendo, mas também explicar por que as pessoas irão querer pagar pelo seu produto/serviço", diz ela. E evite palavras da moda.

A seção financeira, que de início é uma projeção, se destina a corroborar a sua narrativa, acrescenta Adriano. Você deve ser o mais detalhado possível no seu plano de negócio.

"Alguns criam fantasias de números, onde jogam alguns números e então dizem: 'Se vendermos 10.000 (itens), estaremos bem", acrescenta Adriano. "Não é assim que se começa um negócio, e esse não é um plano de negócio verdadeiro."

Um documento escrito formal é a maneira de proceder se você quiser ser levado a sério no mercado e pelos investidores potenciais. Sem um plano escrito, as políticas de sua empresa se tornam difíceis para os colegas executivos e mais importantes ainda, para os seus funcionários, compreenderem. Isso dificulta muito mais o seu trabalho de gerenciá-los.

Planos diferentes

Para uso interno Este é um plano de negócio que será distribuído à direção e funcionários e tem cerca de 10 páginas. Ele inclui uma estrutura da empresa, um calendário detalhando as atividades planejadas e um orçamento semestral.

Como o seu plano é o que impulsiona o negócio, você deve educar os seus funcionários a respeito dele. Há, é claro, certos aspectos do plano que devem ser reservados para os que detêm cargos gerenciais, ao passo que os funcionários subordinados devem receber informações sobre o tipo de empresa em que trabalham e o que ela faz. Essa orientação e liderança ajudarão e muito a nortear a sua empresa.

Para crescimento a longo prazo isso pode envolver operações altamente técnicas ou mecânicas. Um plano de longo prazo deve detalhar de forma extensiva a estrutura operacional da empresa. O documento de 10 a 30 páginas deve começar com um resumo executivo e terminar com demonstrações financeiras pró-forma cobrindo de 3 a 5 anos.

Para investidores

Quando um potencial investidor se interessa por sua empresa, a ênfase do plano de negócio deve passar para a estrutura gerencial da sua empresa. "O tema central na preparação de um plano de negócio para investidores é ter um quadro bem detalhado da estrutura gerencial da organização agora e no futuro", diz Adriano. Você deve incluir no plano uma demonstração financeira não inflada "que detalhe para os investidores um quadro claro de uma estratégia de saída para o retorno sobre o investimento deles", acrescenta ele.

Sempre revise

A elaboração de um plano de negócio sólido posicionará a sua empresa para o crescimento futuro. E mesmo se levar um tempo para isso acontecer, uma boa idéia é rever o seu plano no mínimo todo ano, dependendo do porte da sua empresa.

"As tendências do mercado vêm e vão rapidamente, então ajustá-lo é essencial. O seu plano de negócio monta o palco para a mudança, diz Adriano.

"A melhor hora para criar um plano de negócio é o momento em que você começa a conceitualizar a sua idéia de um negócio, e continue revisando-o à medida que crescer", acrescenta ele.



FFI - MPG CAPS - Grupo Projeto Moriá - Atitude!

      Atitude 

   YouTube - FFI - MPG CAPS - Grupo Projeto Moriá - Atitude!
     

Essencial de Negócios

Dirigir um negócio é mais do que conhecer o seu produto e serviço. Você precisa conhecer sua concorrência. Uma análise competitiva corretamente realizada fornecerá o feedback necessário para lhe dar uma vantagem em seu mercado.


Fique à frente do bando

Se possuir uma empresa, você tem concorrentes.

Saber quem e onde eles estão é o primeiro passo para fazer com que as boas práticas deles trabalhem em seu favor. Uma análise competitiva serve como uma sinopse dos pontos fortes e fracos de seus concorrentes e pode ajudá-lo a tocar um negócio mais focalizado e bem-sucedido. A análise competitiva não exige muito dinheiro nem uma grande parte do seu tempo. É um processo simples e fácil que pode executado quando o seu tempo permitir.

"Uma análise competitiva é realmente dar uma olhada honesta em quem está lá fora de olho no mesmo dinheiro", explica Adriano Nojiri. "A análise competitiva é crucial, e precisa estar alinhada com o plano estratégico geral."

Identifique a sua concorrência

Para realizar uma análise competitiva, comece com uma ferramenta que você já tem: a lista telefônica. Identifique alguns dos seus concorrentes, onde estão e o que anunciam.

"O número de empresas pode ser desalentador, mas não precisa ser", diz Adriano. Faça uma busca na Internet para determinar mais pormenorizadamente as empresas concorrentes dentro do seu mercado para ter uma idéia melhor do que as outras empresas estão fazendo. Identifique coisas que outras empresas estão fazendo que você também gostaria de fazer. Considere também se há uma necessidade que não está sendo atendida pelos outros concorrentes dentro do seu setor.

Uma vez que você determinar o que quer emular de outros negócios ou descobrir um nicho não atendido, é hora de concentrar o foco no seu próprio negócio. Comece com um gráfico, aconselha Adriano, e coloque onde você está e para onde quer ir. Ao elaborar o gráfico, considere fatores como: Em que mercados você está? Quantos locais você tem? Quantos funcionários você emprega? Quais são suas margens de lucro bruto e líquido?

Revise os planos de outras empresas para determinar o formato que melhor atende os seus objetivos. Em www.bplans.com, você encontrará planos de negócio completos que incluem análises competitivas em uma variedade de formatos com uma ampla gama de informações.

Descubra o que os concorrentes estão realmente vendendo

Aprofunde a análise ao determinar o que a sua concorrência realmente está vendendo. Toda empresa tem um público-alvo e fornece um produto, serviço ou experiência específica. Uma loja de café, por exemplo, serve café, mas também pode criar uma atmosfera amigável onde os clientes se acomodem para trabalhar ou bater papo. Ou, uma empresa concorrente de TI fornece um quadro de programadores qualificados, mas também pode oferecer suporte especializado de software aos seus clientes.

Após ter identificado as empresas que mais se assemelham à sua em termos do produto ou serviço que você vende, liste as que, na sua opinião, são as suas duas ou três maiores concorrentes. Descreva o nicho delas -pode ser local, preço, nível de serviço, qualidade, variedade, reputação ou experiência. Organize essas informações numa tabela ou gráfico.

Pode-se encontrar uma amostra de tabela no website da SCORE Counselors to America’s Small Business. A Caixa de Ferramentas de Negócio do site é um baú de valiosos modelos, links e perguntas de negócio que podem ajudar a solidificar o seu plano de negócio e elaborar uma análise competitiva.

Crie o seu nicho

Você pode descobrir o que os clientes valorizam ao lhes perguntar diretamente ou se baseando no boca-a-boca. Visite a concorrência, quando apropriado, fale com clientes que compram deles e saiba por que eles compram o serviço ou produto dessa empresa.

"A questão toda não é ver onde você está em relação à concorrência, mas como diferenciar você da multidão", diz Adriano. Os ajustes não têm de ser caros -você pode modificar a personalidade da sua empresa, ou decidir dar um brinde simples a todo cliente ou oferecer embalagem diferenciada. "Pense no que vai diferenciá-lo", explica Gerrian Fagan, presidente do The Prism Group, que fornece serviços de coaching executivo, treinamento e desenvolvimento de carreira.

Fagan também sugere que você inclua informações subjetivas como parte de sua pesquisa. Se ficar sabendo que uma empresa semelhante não se saiu bem num determinado local, por exemplo, anote isso no seu plano de negócio. Isso pode ser um lembrete útil ao consultar de novo a sua análise competitiva daqui a meses ou anos. "Atinja um equilíbrio entre dados e informações e percepções subjetivas", diz Fagan.

O objetivo específico da sua análise competitiva determinará quanto tempo você deve despender compilando dados. Se for usada como parte de um plano de negócio para obter um empréstimo ou atrair investidores, a sua pesquisa deve ser formal e abrangente. Se as informações forem servir apenas como uma atualização anual para mantê-lo informado, formule os dados para se adequar às finalidades.

Torne a análise competitiva parte da sua estratégia de negócio

Em todos os casos, a análise competitiva deve fazer parte de um processo contínuo. "Você deve sempre estar com a sua antena ligada", diz Adriano. As tendências de mercado, tecnologia e fatores políticos podem afetar empresas de todos os portes.

"É uma boa idéia revisar essa análise todo ano", diz Adriano, que tem um cliente que tira duas semanas por ano para reavaliar sua análise competitiva e plano estratégico de negócio.

Quer a sua seja uma empresa nova ou já estabelecida, você sempre pode aprender com os outros. "Criar uma análise competitiva é uma boa oportunidade de estabelecer conexões", explica Fagan. O governo fornece muita assistência através da Administração de Pequenas Empresas dos EUA, e a SCORE fornece consultas gratuitas aos pequenos empresários através de seus voluntários, muitos dos quais já escreveram planos de negócio para suas próprias empresas. Na maioria das cidades pode-se encontrar os Centros de Desenvolvimento de Pequenas Empresas (SBDCs), que oferecem uma gama de serviços às pequenas empresas. Muitos são custeados através de universidades e trabalham em cooperação com prefeituras e outros setores. Os Centros de Assistência Técnica de Procurement (PTACs) ajudam as pequenas empresas a concorrerem com sucesso por contratos governamentais.

As câmaras de comércio e órgãos de desenvolvimento econômico normalmente fornecem informações sobre seus associados de forma gratuita. Associe-se às que oferecerem o maior retorno. Os seus concorrentes provavelmente também são associados.

"Quando as pessoas dizem que não conseguem encontrar ajuda", diz Adriano, "geralmente é porque não procuraram."

Entretanto, tenha cuidado ao contratar alguém para compilar a sua análise competitiva. "O plano de negócio, a análise competitiva, o plano de mercado são seus", diz Adriano. Contrate um profissional se precisar, mas continue intimamente envolvido, principalmente se o plano estiver sendo elaborado para obter fundos.

E, finalmente, não tenha medo de falar com os seus concorrentes. Muitos estão dispostos a compartilhar suas experiências. Encare-os como colegas e professores e torne-os parte integrante do seu plano estratégico. "Ter uma forte aliança é uma coisa muito boa", diz Adriano. "Você não consegue tocar uma empresa sozinho. Se conseguir fazer algumas amizades no caminho, você consegue montar um banco de dados. Somos um mercado global, mas os negócios são feitos com pessoas."


Hora de repassar o seu plano financeiro

Revisões periódicas do seu plano financeiro podem ajudar a manter as suas despesas pessoais e de negócios separadas - e prósperas.

A maioria das pequenas empresas bem-sucedidas possuem planos financeiros minuciosos e os tratam como recursos dinâmicos em vez de deixá-los criando mofo em uma prateleira qualquer.

"Gerenciar suas metas financeiras significa estar alerta às tendências do seu setor e se certificar de que está se adaptando a essas tendências", diz Adriano Nojiri.

Eis aqui alguns conselhos de Adriano e de outros especialistas sobre como um plano financeiro o ajudará a atingir suas metas empresariais e pessoais, e quando e como revisá-lo.


Os mapas evitam que você se perca

Harvey Reiner, consultor financeiro da AXA ADVISORS, de Rochester, N.Y., diz que há dois tipos de empresários-os que têm um mapa e os que improvisam. Ele aconselha os que se intimidam diante do processo de planejamento financeiro que o deleguem para alguém capacitado dentre o seu pessoal ou que trabalhe com um consultor financeiro externo. "Muitos empresários conhecem seu ramo, mas conhecem
muito pouco sobre fluxo de caixa, investimentos com benefícios fiscais, contas de previdência privada, ou como economizar para poder expandir", diz Reiner. "É nessa hora que alguém com uma bagagem de planejamento financeiro pode ajudar bastante."

Você crescerá mais depressa

Alan Weiss, consultor de desenvolvimento organizacional e autor, diz que as empresas freqüentemente fixam um número arbitrário e comemoram quando o alcançam de forma constante sem pensar se essa meta deveria ser mais alta. "As suas metas são baixas demais se forem facilmente atingidas", diz ele. A monitoração regular dos seus números lhe permite estabelecer metas de crescimento mais apropriadas.

Você vai começar a viver

As metas de uma empresa são freqüentemente motivadas pelo que o proprietário quer realizar em sua vida pessoal. Talvez seja aposentar-se com uma certa idade, contribuir para o fundo de investimento de uma universidade, ter tempo para treinar times de futebol ou ajudar instituições filantrópicas. Revisar regularmente o plano financeiro para se certificar de que ele está alcançando essas metas pessoais o ajudará a fazer os ajustes necessários, tais como aumentar preços ou descontinuar produtos não rentáveis, o que manterá a sua vida nos eixos. "A sua empresa é um combustível para a sua vida, não ao contrário", diz Weiss.

A empresa atrairá melhores funcionários

Os melhores funcionários esperam os melhores benefícios e remuneração. Você não consegue oferecer ou ter cacife para eles sem um plano financeiro que o ajude a estruturar a empresa de forma que possa fornecer plano de saúde, plano de aposentadoria ou bônus vinculados ao sucesso da empresa. A saúde financeira da empresa e o custo desses benefícios devem ser monitorados regularmente.

O seu banco ficará feliz

Linda Pinson é membro do conselho de administração da Small Business Financial Development Corp., que fornece garantias de empréstimo estatal para empresas que talvez não se qualificassem para os empréstimos garantidos da SBA. "Às vezes os pedidos são rejeitados porque a empresa não consegue fornecer as informações financeiras necessárias", diz ela. "Nós levamos em consideração a administração financeira de uma empresa. Se ela não estiver monitorando e atualizando seu plano financeiro regularmente, isso aparecerá quando a empresa solicitar um empréstimo."

Mudanças acontecem

E você pode reagir à mudança mais depressa se tiver planejado com antecedência. Kathleen Seitz Watson, diretora gerente do escritório de Cleveland da CBIZ Accounting, Tax & Advisory, usa um restaurante local bem-sucedido como exemplo. Uma cadeia nacional de restaurantes abre um restaurante perto do seu, e todos os seus clientes habituais querem ir lá para ver como é. "Isso tem um impacto financeiro sobre o seu negócio", diz Seitz Watson.

Revise o plano pelo menos trimestralmente

Embora uma empresa madura num setor estático talvez consiga ir tocando ao revisar seu plano financeiro uma vez por ano, é melhor revisá-lo no mínimo trimestralmente. Um pequeno empresário analisa certos números a cada dois meses. "Tudo nos negócios começa com o lucro bruto, então eu projeto e reviso toda área de custos de minha empresa a cada dois meses", diz Judah Lerer, proprietário da CSI Office Solutions em Spring Valley, N.Y., e da Office Zone, em Fall River, Massachusetts. "É assim que eu sei se preciso cortar despesas ou se posso fazer uma compra inesperada."

Adriano sugere analisar a demonstração de resultados no fim de cada mês e revisar as projeções de fluxo de caixa de forma condizente.

Revise o plano quando as coisas mudarem

Essas situações podem incluir: Você contrata ou perde pessoas-chave na empresa; você aumenta uma divisão, depósito ou prédio; você planeja lançar um novo produto; você conseguiu uma nova conta grande; a concorrência está ficando mais feroz; ou quando você sofre mudanças significativas na sua vida pessoal.

Procure tendências

Comece com a receita-ela subiu enquanto as cobranças diminuíram? Em seguida, examine o seu custo de vendas. "Se você gerou bastante receita com empreendimentos menos rentáveis, você está com um problema", diz Adriano. Então olhe as despesas. Se os preços dos fornecedores aumentaram, talvez seja hora de procurar novos fornecedores.

Continue com o seu plano

Quando você estiver ocupado ou em crise, é fácil esquecer as suas metas de vendas. Uma revisão regular o faz lembrar-se da importância dos esforços de marketing e de vendas para manter a receita entrando.

Determine quais produtos e serviços são os mais rentáveis

Adriano notou ao revisar seu plano financeiro que a concorrência está feroz para equipamentos de escritório mas não nos contratos de assistência que vende junto com eles, então ele tem um plano de vendas para conseguir contratos de assistência e de suprimentos também.

Arrume um bom contador

Encontre um consultor financeiro que seja uma pessoa de negócios inteligente e que queira ajudar a sua pequena empresa a crescer e a ter sucesso. Você quer alguém que haja como um parceiro de negócio, não como um contador tributário. Mantenha essa pessoa informada do que acontece em sua empresa-e não se preocupe com o relógio que está rodando cada vez que você liga para ele. Um bom contador mais do que se paga.
"Eu digo aos meus clientes: 'Você faz o que sabe fazer melhor, eu farei o que sei fazer melhor, e no fim conversaremos sobre gerenciamento de riqueza", diz Adriano Nojiri.

MPG Caps - FFI Japan - Grupo Projeto Moriá

 
Apostila de apresentação do Grupo Projeto Moriá - FFI Japan
 
 

Crie um plano para atingir suas metas

Para conseguir chegar em algum lugar nos negócios, você tem de saber o que tanto de longo-quer e como consegui-lo. É por isso que estabelecer suas metas é o primeiro passo para chegar lá.-quanto de curto prazo.

Veja toda a explicação no final do slide.

1 2 3 4 5 6  7 8 9 10 11 1213 14 1516 17 1819 20 2122 23 24 25 26 27 28 31 32 46 47 48
 
 

Quem não sabe para onde vai não se perde.

Bem, sim, mas isso realmente só se aplica se você for um aventureiro/explorador e tiver muito tempo sobrando -não se for um empresário. Enquadrar sua empresa em torno desse ditado não o levará muito longe-e muito provavelmente o levará a um beco sem saída. E há também aquele probleminha de não conseguir nenhum tipo de empréstimo ou suporte financeiro de ninguém.

Infelizmente, porém, você pode sucumbir à "incontrolável fraqueza entre os empresários", diz Adriano Nojiri, que tem mais de 15 anos de experiência na orientação em marketing a pequenos empresários. "A maioria dos empreendedores não têm um conjunto de metas ou objetivos claramente definidos quando abrem seu negócio. Eles conseguem dar voltinhas, mas esse é um mapa que não os levará a lugar nenhum."

A característica preponderante dos empresários -principalmente os novos- é a ingenuidade, acrescenta ela. "Nós os aconselhamos a viver com o estado de espírito de empreendedores ou empresários. Isso não é coisa para os fracos de espírito."

Os empreendedores deveriam ter em mente suas metas ao iniciarem um negócio, e os empresários já estabelecidos deveriam rever suas metas para que sua finalidade continue focada. As metas-ou objetivos, conforme Adriano prefere chamá-los - fazem parte do plano de negócio.

O plano de negócio, na maioria dos casos, se resume em servir de ferramenta de estabelecimento de metas. Os componentes de um plano -declaração de missão, perfil da empresa, pesquisa de mercado e, às vezes, um relatório financeiro- ajudam todos a determinar o que a empresa pretende fazer e como irá fazê-lo.

Do início

Iniciar uma empresa é uma questão de orientação e planejamento. Lembra-se daquela lampadinha que acendeu na sua cabeça? Aquele momento de "Eureca" quando você descobriu que queria abrir sua própria empresa? A partir desse momento, você estava estabelecendo metas e buscando atingi-las.

"Metas são diretrizes e, sem elas -e sem ter metas realistas- estamos nós próprios nos derrotando", diz Adriano.

Estabelecer suas metas é bem fácil, na verdade -trata-se apenas de seu estilo e preferência. Adriano diz que ele deu consultoria a pessoas que chegam com metas altamente detalhadas -subdivididas em objetivos diários- e algumas que desconsideram sua declaração de missão e vão tocando com o fluxo do negócio.

Entretanto, "um empreendedor bem-sucedido, por natureza, sempre quer planejar", diz Doug Williams, presidente da empresa de consultoria de negócios Doug Williams & Associates. Ele sugere estabelecer suas metas com horizonte de três a cinco anos ao começar.

O estabelecimento de metas o ajuda a priorizar onde devem ser alocados os recursos financeiros e em quais aspectos do negócio você precisa se concentrar. Isso também lhe permite alinhar as decisões de curto e longo prazo dentro do contexto do seu objetivo geral.

Os empresários precisam despender algum tempo pensando e planejando o que vão fazer com a empresa, diz Williams. "O que você vai oferecer e como? Como você planeja fazer isso?", pergunta ele.

Essas são questões para você considerar, e que mostrarão aos emprestadores como você encara com seriedade o seu negócio. Adriano diz que os banqueiros e emprestadores "não procuram a melhor ratoeira". Muitos proprietários acham que, porque têm o próximo grande produto ou serviço, já acertaram o resto da vida; eles acham que os clientes virão para eles aos bandos, sem perguntar nada. Entretanto, um banqueiro ou emprestador procura a base de clientes que impulsionará a sua empresa; o emprestador quer saber se você terá negócio sustentável antes de lhe conceder o dinheiro, diz Adriano

Coloque por escrito

Com apenas cerca de 30 % dos empresários compilando um plano de negócio, as metas e objetivos da empresa geralmente estão restritas à cabeça do proprietário. Esse não é um bom lugar para elas, diz Adriano. "Uma boa idéia não basta", acrescenta ele. "As metas não publicadas ou escritas não valem nada."

Williams concorda. "Sem dúvida, as suas metas precisam estar no papel", diz ele. "Quando colocadas por escrito, você as formaliza e se lembra delas. É como fazer anotações durante uma palestra; você pode apenas escutar, mas não retém tantas informações quanto ao fazer anotações. Raramente você vê metas realizadas se não estiverem por escrito."

A próxima questão é saber se distribuímos as metas escritas. Adriano recomenda que sejam distribuídas, mas a maneira de proceder varia com a preferência pessoal. Coloque-as numa parede, imprima e as distribua, inclua num manual do funcionário; a forma que lhe agradar provavelmente está certa. "Qualquer coisa que crie o espírito de equipe", acrescenta ele.

O curto e o longo prazo

Prosseguindo, você deve estabelecer suas metas para o futuro, não só para o primeiro ano do negócio.

Lembre-se, contudo, que essas metas ampliadas dependem de quão rápido as suas metas iniciais de curto prazo forem realizadas. Isso varia de caso para caso e depende do seu mercado, da sua base de clientes e dos seus produtos e serviços.

Como as suas metas podem mudar rapidamente, Williams sugere aos empresários, principalmente os novatos, que verifiquem e atualizem seus objetivos e planos trimestralmente. "E então, pelo menos a cada ano, planeje e replaneje o que vai fazer", acrescenta ele.

Considere estabelecer um plano para cinco anos. De acordo com a Federação Nacional de Empresas Independentes, "metas de cinco anos abordam aspectos amplos e fundamentais do crescimento de uma empresa e diferem das metas trimestrais e anuais nesse sentido.

"Embora uma meta de um ano possa ser aumentar vendas e aumentar a receita de 5 % a 10 %, uma meta apropriada para cinco anos pode ser estabelecer uma rede ampla e eficiente de distribuição que permita 50 % ou mais de crescimento de receita", diz a NFIB. "As metas de cinco anos que abordam o crescimento fundamental de longo prazo de uma empresa podem ser estabelecidas somente ao se examinar objetivamente os atuais pontos fortes e fracos da empresa.

A NFIB publicou estas dicas para ajudá-lo a estabelecer suas metas de cinco anos. Lembre-se de obter feedback dos seus funcionários ao estabelecer suas metas:

·Determine os atuais pontos fortes e fracos da sua empresa.

·Consulte profissionais de marketing e outros do seu setor para determinar as tendências e áreas potenciais de crescimento do negócio.

·Trabalhe com os seus parceiros financeiros para determinar como a empresa pode realisticamente atingir essas metas de prazo mais longo.

·Crie uma declaração de missão curta.

Uma declaração de missão descreve as atividades da empresa - não necessariamente planos estratégicos para atingir essas metas. "Você pode estabelecer quantas metas de longo prazo quiser, mas o que importa é como você vai atingi-las", diz Adriano. "Você deveria se interessar mais pelo plano de ação."



Elabore seu plano estratégico

Um bom plano estratégico pode ajudar a sua empresa a acompanhar os concorrentes e melhorar seu resultado final. Eis aqui um conselho de especialista para elaborar um plano estratégico de forma rápida e eficaz.


O planejamento estratégico é de importância crítica para a sobrevivência e crescimento da sua empresa tanto a longo como em curto prazo. Desde o estabelecimento de um alicerce sólido até assegurar que a sua empresa está no rumo certo, o planejamento estratégico lhe permite ficar no controle. Entretanto, de onde começar? O que o seu plano estratégico deveria incluir? E com que freqüência você deveria revisá-lo?

O que é?

De acordo com a Administração de Pequenas Empresas dos EUA (SBA), que oferece aconselhamento detalhado sobre o processo do plano estratégico e outras questões gerenciais de pequenas empresas, um plano estratégico é "uma maneira de identificar metas em longo prazo e direcionar sua empresa para atingi-las".

Um bom plano estratégico não precisa levar meses para ser feito, mas deveria incluir os seguintes blocos básicos:

· Uma avaliação do seu ambiente de negócios atual;

· A missão ou finalidade da sua empresa;

· As metas e objetivos de longo prazo;

· Análise dos pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças (SWOT) da sua empresa; e

· Estratégias ou passos de ação para atingir os seus objetivos.

Pense no seu plano estratégico como um script para a sua empresa, um documento vivo que é revisado regularmente para verificar o seu andamento e para fazer ajustes que reflitam as mudanças no seu ambiente de negócios.


Por que você precisa dele?

Mesmo se a sua empresa for muito pequena, você precisa elaborar um plano estratégico. "É importante para as pequenas empresas, porque os ambientes [em que as pequenas empresas competem] são muito impiedosos, diz Adriano Nojiri. Normalmente, as pequenas empresas enfrentam concorrentes maiores e mais bem posicionados que têm vantagens como escala e abrangência. Então, a estratégia é igualmente importante."

E quando você considera como a tecnologia impulsiona o ritmo de mudança no mercado, ter um plano estratégico sólido implementado pode ajudá-lo a prever mudanças e oportunidades no mercado e identificar áreas nas quais você precisa melhorar.

O processo

Para criar um plano estratégico que se mostre um valioso script para o futuro da sua empresa, é importante incluir pessoas de todas as áreas da sua empresa. "Você quer pessoas que estejam em contato com uma porção de partes da sua empresa de forma a ter um conhecimento distribuído", diz Adriano. "Afinal, quanto mais cabeças pensando num problema, melhor o resultado."

Estabeleça uma finalidade

O processo deve começar com uma definição da finalidade ou missão da sua empresa. Esta é uma breve descrição global do que é a sua empresa. E isso é algo que é surpreendentemente difícil para algumas empresas.

"Uma razão pela qual as pequenas empresas não se saem bem é porque não sabem o que de fato são", diz Judith Kautz, ex-professora de administração e consultora de computação que agora publica a Small Business Notes. "Mesmo se você for uma pequena loja de varejo de artigos esportivos, por exemplo, você vai direcioná-la para crianças? Você precisa saber para onde direcionar o seu negócio específico."

Olhe o quadro maior

É importante avaliar os fatores externos que afetam o seu negócio, tais como economia, o seu mercado e a sua concorrência. Então, dê uma olhada mais atenta em onde se encontra a sua empresa em seu ambiente para poder identificar os seus maiores desafios e oportunidades, usando uma análise SWOT.

Lembre-se de não exagerar a sua análise SWOT. "Eu adoro SWOT, mas muitas pessoas ficam perdidas dentro dela", diz Kautz. "Eu acho que talvez seja melhor elaborá-la para o longo prazo e consultá-la ocasionalmente. Eu não a encaro como uma ferramenta de planejamento diário, mas mais como a sua declaração de missão, algo que você revê ocasionalmente.

Estabeleça metas

A melhor maneira de levantar as metas da organização é fazer um brainstorm em grupos pequenos e médios. "Você vai acabar descobrindo centenas de possíveis coisas que você pode realizar", diz Kautz.

Como não consegue fazer tudo, você terá de tomar decisões sobre quais das metas você vai perseguir. "Uma das minhas ferramentas favoritas é a "Grade de Metas", desenvolvida por Frederick Nickols", diz Kautz. "Ela fornece uma maneira fácil de decidir quais você quer descartar e quais manter." A partir de suas metas organizacionais, você então pode estabelecer objetivos estratégicos que sejam alcançáveis e mensuráveis.

Elabore planos de ação

É neste ponto em que você estabelece e atribui responsabilidade para os seus objetivos e datas-alvo para atingi-los. Se sua empresa for grande o suficiente, você pode agrupar os passos de ação em categorias, tais como marketing, vendas ou operações. Designe uma pessoa para ficar responsável para cada ação e determine quando essa ação deve estar concluída.

Implemente o plano

É aqui onde freqüentemente ocorre uma quebra nas empresas atarefadas. Se você não segui-lo, porém, você terá perdido seu tempo planejando. Fixe pontos de verificação no seu cronograma e monitore regularmente o seu progresso em relação aos seus objetivos.

Planeje hoje

O processo de planejamento estratégico já progrediu muito desde a década de 1960, quando atingiu o ápice de popularidade junto às grandes empresas. "Depois disso, ele evoluiu para uma abordagem cerebral, teórica, para pensar sobre o futuro em uma época em que os mercados não mudavam muito e as fronteiras entre setores eram claras", diz Adriano. "Hoje as coisas mudam com tanta rapidez que as ferramentas tradicionais de planejamento estratégico não são tão úteis."

O que as pequenas empresas precisam hoje, de acordo com Adriano, é uma abordagem ao planejamento estratégico que "reflita a realidade dos mercados voláteis e supercompetitivos de hoje", que, acrescenta ele, prosperam com ciclos de vida incertos de produtos e um clima de negócios cada vez mais internacional.

E qual é a solução de Adriano? "Uma empresa pode elaborar uma estratégia em 48 horas que seja 90 % tão boa quando à que ela pode produzir em três meses", diz ele. A meta desse processo, chamado Desenvolvimento Empresarial Rápido (RAD) é criar um consenso quanto a onde a empresa quer estar. "Eu normalmente comprometo as pessoas num prazo de cerca de três anos, com diferentes níveis de granularidade e uma série de metas menos ambiciosas de 90 dias para chegar lá." As empresas de Internet exigem um ciclo estratégico muito mais intenso.

"Noventa por cento dos meus clientes se reúnem todo trimestre e fazem o que chamamos de 'reset de estratégia", onde analisam o que aprendemos nos últimos 90 dias e determinam maneiras de adaptar nossa estratégia", acrescenta ele.

Planeje rapidamente

Quer você aceite ou não a necessidade de rapidez, não deixe que o seu processo de planejamento estratégico domine a sua empresa. "Isso freqüentemente pode se tornar toda a finalidade de algumas empresas", diz Adriano. "Às vezes elas gastam quantidades enormes de tempo nisso. Faça-o de forma justa porque você sempre pode fazer a sintonia fina
-não mais de um mês-e rápida dele. Você pode gastar quantidades enormes de tempo e dinheiro. Isso é contraproducente.
Você realmente deveria é cuidar dos negócios."


Boa leitura e bons negócios.



Grupo Ícone – Centro Comercial e Empresarial
Shiga Ken, Konan shi, Yoshinaga 351
Tel. (0748) 72-71 10 / 72-7109
Fax. (0748) 72-7109
Call Center. (050) 6860-4800
e-mail. grupoicone@aol.com / grupoicone@yahoo.com.br / c.c.e.icone@gmail.com

(Para ligações internacionais Ex: (0748)72-7110 / 81748-72-7110, (050)6860-4800 / 8150-6860-4800)